terceiro capítulo de 100 (oi?) das pedras na vesícula. (mentira, é o último)
Chegado o dia da operação, fiquei na casa di mamã o dia todo fumando igual caipora (não xinga que parei, lembra, lembra?), sem comer, sem beber....
O médico gastro era garoto propaganda de remédio pro estômago (só vi depois de operar, os flashes sempre estão por perto, BBB michama). Daí a cirurgia era às 20h e marido chegou atrasado, pegamos uma chuva e um trânsito dugaray, ele me xingava por ter marcado na sexta a noite (oi, era o único dia que tinha), e fomos até o hospital assim.
Lá chegando me arrumaram e deram uma injeção pra ficar doidona antes de ir pra sala, eu já cheguei lá grog,mas vi que tinham mil médicos leandos (oi, acho que eram mil, tava doidona), e eu lá peladaça, lembrei que uma amiga sempre diz que tem medo de fazerem bilu bilu com ela dopada, mimata.
Só sei que qdo o médico disse agora vc não vai ver mais nada, eu não vi mais nada mesmo, e só acordei pensando que ia morrer, não conseguia respirar, e senti que puxaram um tubo de dentro da minha garganta e o médico me dizia: respira fundo, respira fundo....escuridão.
Acordei novamente na sala de recuperação com muita dor, me levaram pro quarto, e passei a noite sentindo dor e chamando a enfermeira pra fazer número 1 na cumadre. - Moça será que se pode sair do quarto, minha menina é tímida..... enquanto isso marido babava no sofá cama ao lado.
Saí de lá no dia seguinte, com dor, tomei remédios caríssimos (que diga o marido), o tempo passou a dor sumiu, voltei no
As dores continuaram as vezes, procurei outro médico que disse ser "aderências" tipo umas gordura que colam (oi?) lá no bagu-io (oi,oi?). O negócio é operar de novo (bebeu?)
Daí que sempre que essas dores vem, e elas vem muitas vezes, geralmente de manhã, me levanto tomo um copo de leite (quente, que dói todos os dente, principalmente os da frente - diga com sotaque gaúcho) me deito de novo e a dor para.
O jeito é conviver com isso, afinal quem se arrisca a ficar tomando anestesia geral? Eu que não.....
FIM.


