terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Benefícios do DHA durante a gestação



A Associação Brasileira de Nutrologia acaba de lançar um consenso para padronizar as recomendações em relação ao consumo e à suplementação de DHA durante a gestação, lactação e infância. Os autores, um grupo de especialistas que vêm estudando o impacto de DHA ao longo dos últimos anos, apresentaram estudos e dados relevantes que norteiam a importância da ingestão deste nutriente no dia a dia das gestantes e das crianças. 

O DHA (ácido docosahexaenoico) é o principal tipo de ômega-3 e traz benefícios para a saúde ao longo de toda a vida, que vão desde o desenvolvimento das estruturas do cérebro e da retina, a partir da gestação, até a prevenção do declínio cognitivo na fase adulta. Este nutriente pode ser obtido por meio da ingestão de peixes de águas profundas ou até mesmo por meio de suplementos. “Nossa intenção com este consenso, é mostrar a importância do consumo do DHA, que no Brasil, é extremamente baixo. Também queremos reforçar o impacto positivo que este nutriente tem durante todas as fases da vida.”, esclarece o Prof. Dr. Carlos Alberto Nogueira de Almeida – Coordenador do Consenso e Diretor do Departamento de Nutrologia Pediátrica da ABRAN.

O Consenso apontou os benefícios do consumo de DHA em três diferentes momentos da vida:Gestaçãolactação e infância. Para cada uma dessas fases, foram reunidas as mais recentes evidências com a opinião dos médicos, com o objetivo de apoiar a classe médica e de nutricionistas na hora de recomendar o consumo do nutriente. “Há alguns anos, pouco se sabia a respeito dos benefícios dos ômegas-3 para a saúde humana. Desta forma, reunimos as últimas descobertas em um grande material para mostrar aos especialistas o quão importante pode ser o consumo do DHA”, pontua o doutor Prof. Dr. Mario Cicero Falcão - Professor Colaborador da Disciplina de Neonatologia do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da USP.

DHA e gestação

A dieta materna é extremamente importante para o desenvolvimento cognitivo dos bebês, uma vez que é a única fonte de ácidos graxos, responsáveis pela formação do cérebro e dos olhos. O acúmulo desta gordura se dá principalmente no último trimestre da gravidez, e, portanto, durante esta fase, as futuras mamães devem ficar ainda mais atentas à alimentação”, relata o Dr. Durval Ribas Filho, médico nutrólogo e presidente da ABRAN.

O consumo de DHA neste período é essencial na formação de todas as membranas celulares do sistema nervoso central, ajuda a prolongar gestações de alto risco, aumentar o peso do recém-nascido, comprimento e circunferência da cabeça ao nascimento, além de zelar da acuidade visual, coordenação mãos-olhos, atenção, resolução de problemas e processamento de informações[1].

Para a ingestão deste nutriente, o consenso recomenda uma suplementação de 200 mg por dia, independentemente se a fonte for por meio de peixes ou os suplementos de DHA. Existe também a preocupação do uso de peixes de maneira criteriosa, uma vez que existem riscos de contaminação com metais pesados, e também a possibilidade dos animais que foram criados em cativeiro apresentarem um baixo teor de DHA.

DHA durante a lactação e nos dois primeiros anos de vida

O cérebro tem seu crescimento extremamente acelerado na vida fetal e também nos primeiros anos de vida. O consenso aponta que existe uma forte correlação entre nutrição adequada e desenvolvimento cognitivo e visual nas crianças. Além disso, revela que o DHA junto com o ácido araquidônico, são os principais componentes lipídicos dos tecidos cerebrais e fundamentais para o desenvolvimento cerebral e visual dos pequenos[2].

O leite materno por muitos meses é o único alimento que a criança recebe, portanto é importante que haja uma boa suplementação da mãe para que o DHA seja passado para o filho. Para os lactentes menores de seis meses que não recebem o aleitamento materno, é recomendado que as fórmulas infantis prescritas contenham de 0.2 a 0.5% de seu total de lipídios sob a forma de DHA. 

DHA na infância e desenvolvimento neurológico

Sabe-se que a fase entre o nascimento e o final do segundo ano de vida é considerada como a principal para o crescimento do cérebro. No entanto, deve-se considerar que muitas áreas continuam se desenvolvendo ao longo da infância ou ainda até o final da adolescência, como é o caso dos lobos frontais[3].

Os lobos frontais são responsáveis pela capacidade de compreender e analisar situações complexas, além de estabelecer quais as alternativas de decisão, como escolha e implementação das mais adequadas. Os lobos frontais têm alta concentração de ácidos graxos de cadeia longa, em particular o DHA, que é essencial para o desenvolvimento destas regiões. O nutriente contribui com 15% do total de ácidos graxos no córtex frontal humano[4].

Nesta fase, também é relevante considerar que o DHA é importante para a capacitação e o metabolismo da glicose e alguns de seus metabólitos bioativos protegem tecidos do estresse oxidativo[5]. Além disso, também tem papel em outras áreas como o desenvolvimento ósseo.

Quem são os autores/especialistas?

Prof. Dr. Carlos Alberto Nogueira de Almeida – Coordenador do Consenso
Doutor em Pediatria pela USP. Professor Titular da Universidade de Ribeirão Preto. Diretor do Departamento de Nutrologia Pediátrica da ABRAN.

Prof. Dr. Ribas Durval Filho
Doutor pela FAMERP. Professor da FAMECA. Presidente da ABRAN.

Prof. Dr. Mario Cicero Falcão
Doutor em Pediatria pela USP. Professor Colaborador da Disciplina de Neonatologia do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da USP. Médico Encarregado da Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Profa. Dr. Elza Daniel de Mello
Doutora pela UFRGS, Professora Associada da Faculdade de Medicina da UFRGS, Chefe do Serviço de Nutrologia e Coordenadora da Comissão de Suporte Nutricional do HCPA. Membro dos departamentos científicos de Nutrologia da SBP e de Nutrologia Pediátrica da ABRAN.

Prof. Dr. Paulo Henrique Ferreira Bertolucci
Doutor em Neurologia pela UNIFESP. Professor Adjunto Livre Docente de Neurologia da UNIFESP.

DSM – Bright Science. Brighter Living.™
A Royal DSM é uma empresa mundial de base científica, com atividades nas áreas de saúde, nutrição, entre outras. Ao associar suas competências com Ciências da Vida gera prosperidade, progresso ambiental e avanços sociais para criar valor sustentável para todos os envolvidos. A DSM oferece soluções inovadoras que alimentam, protegem e melhoram o desempenho em mercados mundiais como alimentos, suplementos dietéticos, cuidados pessoais, produtos farmacêuticos e dispositivos médicos. Os 24.500 funcionários da DSM geram vendas líquidas anuais de cerca de 10 bilhões de euros. As ações da empresa são negociadas na NYSE Euronext. Mais informações podem ser encontradas em www.dsm.com.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Viajando sem os filhos



Antes parecia muito difícil imaginar que um dia viajaríamos sem as crianças. Pois bem, casamos e nem tivemos uma lua de mel considerada "decente", e então surgiu uma oportunidade de ir sem as crianças e lá fomos nós, alegres e saltitantes para nossa lua de mel em Paris.

Viajamos com amigos, que como nós, também tem um casal de filhos, mas eles já estavam acostumado a ir e deixar as crianças em casa, diferente de nós que seria a primeira vez. Os meus ficaram com minha mãe, mesmo porque em época de escola e provas não daria de forma alguma para levá-los, mesmo porque lá em Paris e principalmente em Amsterdam, descobrimos que não é um lugar muito propício para levar as crianças junto.rs

Em Paris pq andamos de metrô e como uns cavalos pela cidade toda, lá não tem banheiro a vontade, pra ir no pipihouse vc tem que pagar, ou muitas vezes nem aceitam pagamento, você tem que sentar e comer pra poder usar o banheiro. E em Amsterdam.... bom lá é tudo muito liberal, desde as vitrines onde tudo é relacionado a sexo e maconha.

Sentimos realmente muita falta das crianças, e Alezinho também sentiu bastante, bem diferente da Té , minha adolescente meio rebelde, que dizia quando eu perguntava:

-Tá com saudades da mamãe?

E ela respondia:

-Marromeno, marromeno...

Talvez até pela idade ela tenha se colocado dessa forma, e Alê por ser menor e nunca ter desgrudado por tanto tempo ( 15 dias) da barra da saia da mãe.

Pra nós como casal foi realmente maravilhoso! Digo à todas as mulheres que tiverem a oportunidade de sair em uma viagem com o marido sem os filhos (seja pra qual destino for), o fazerem, pois renova sim o amor! Pois imagine, você e seu marido grudados tanto tempo junto, dia e noite, noite e dia.... na volta você aproveita e faz um detox dele kkkk.

Logicamente que as crianças de primeira ficaram chateados pelo fato de não os levarmos junto. Mas veja bem, levamos eles para a Disney em 2012, e os levaremos novamente (se Deus permitir) em breve, eu e meu marido andamos de avião pela primeira vez juntos, eu com 32 e ele com 39 anos, ou seja, esperamos anos e anos pra viajar, enquanto graças ao meu bom Deus, tivemos condições de levar os nossos filhos tão cedo pra conhecer outro país. Então vejo que não é permitido sequer sentir-se culpado por ir sem os filhos, afinal, eles vão crescer e vão por aí, ter mil oportunidades para viajar o quanto e para onde quiserem, enquanto nós estamos aproveitando isso agora.

Na próxima vou contar sobre a viagem em si, que foi perfeita, maravilhosa e emocionante! Já quero viajar de novo, pode? hehehe

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

I love chá!



E até que um dia eu li que tomar chá de carqueja queimava tudo as gorduras e virei a louca do chá! Pra vc ver como as pessoas são, um dia odeia chá, quase chama o hugo quando toma, mãããs muda de ideia só pra ser alta, loira e magra (oi?).

Eu não suportava chá de verdade! E comecei com o pior de todos, o de carqueja que é amargo e ruim bagaray, mas por incrível que pareça este me fez levar a outros, e outros e outros chás.

Um dos que estou amando por exemplo é o chá de hibisco! É bom demais! Tudo bem que o valor do kilo é cem reais, mas vale a pena, pq eu compro no mercadão de Ibiúna e sai sempre mais barato! Aliás depois que descobri este mercadão nunca mais fui a mesma. Se passo por ali é lei parar pra comprar chá rsrsrs

Misturo muito o hibisco com a cavalinha, que fica maravilha, além de que a cavalinha é diurético e leva a magreza total.

Só não me venha com chá de camomila que esse não desce, esse eu vomito! Sério...arghhh




quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Proteção solar redobrada nas crianças!



Os danos causados pelos raios UVA e UVB já são bem conhecidos, mas nas crianças o cuidado sempre tem que ser redobrado. O ideal é que a criança entenda desde cedo a importância do filtro solar, desta forma, ela começa a adotar o hábito básico de proteger a pele do sol e pode mantê-lo por toda a vida. É importante reforçar que 75% da radiação acumulada durante toda a vida ocorre na faixa entre 0 e 20 anos, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Por esta razão, principalmente nesta fase da vida onde muitas brincadeiras são realizadas ao ar livre, o cuidado deve ser intenso, pois a exposição prolongada pode provocar danos e fragilizar a pele a longo prazo.

Ainda, de acordo com a SBD, é importante usar protetores adequados e o fator mínimo de proteção recomendado é de 30. O ideal é sempre procurar um dermatologista ou pediatra para entender qual o melhor produto para a criança, pois o especialista poderá recomendar levando em consideração as características de cada um. Uma dica simples é lembrar que quanto mais clara for a pele, mais alto deve ser o fator de proteção.

Coppertone® separou algumas dicas simples, mas que podem fazer toda a diferença na proteção das crianças:
v  Sempre que possível, passe o protetor solar ainda dentro de casa, tirando toda a roupa da criança para não esquecer de nenhuma área;
v  Não esqueça das dobrinhas, orelhas e pés;
v  A reaplicação do protetor solar deve ser feita a cada duas horas ou a cada 80 minutos de nado ou brincadeira na água. Reaplique imediatamente depois de secar-se com a toalha.
v  Evite os horários com maior intensidade solar entre 10h00 e 16h00.

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