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sábado, 31 de outubro de 2015

Vida equilibrada começa na infância!


Para as mães não existe preocupação maior do que a saúde e o futuro dos filhos, não é mesmo? As crianças precisam de uma alimentação equilibrada para crescerem com saúde, portanto, hábitos alimentares saudáveis devem ser adquiridos ainda na infância. É nessa fase que a criança aprende, tendo a família como exemplo, a fazer as escolhas alimentares mais adequadas, que influenciarão sua saúde por toda a vida.


Aleitamento materno exclusivo

A recomendação para crianças com até seis meses de idade é sempre o aleitamento materno exclusivo, pois ele evita infecções e alergias, além de fornecer nutrientes importantes para esta fase da vida. Após este período, deve ser iniciada a introdução de alimentos saudáveis, mantendo a complementação com o leite materno, que deve seguir preferencialmente até os dois anos de idade ou mais.


Atenção para o café da manhã

O café da manhã é fundamental para quebrar o jejum depois de várias horas de sono e disponibilizar energia para começar bem o dia. Uma refeição balanceada no início da manhã contribui para a ingestão de nutrientes essenciais, como vitaminas e minerais que auxiliam no bom desempenho escolar e na concentração. Pular esta refeição ou não  incluir os grupos alimentares indicados pode acarretar em fadiga, sobrepeso, e déficit de atenção.


No café da manhã, a preferência por cereais integrais na ingestão de carboidratos pode trazer ainda mais saciedade, auxiliando na redução do consumo calórico diário. Os cereais integrais contribuem, ainda, para controle de peso e melhoram o trato intestinal. Quando acrescidos de leite e uma porção de fruta formam uma opção de café da manhã equilibrada.

Envolvimento da criança no preparo das refeições

Uma vez por semana, pelo menos, chame as crianças para ajudarem no preparo das refeições. Quanto mais frequentemente a criança participa do preparo das refeições realizadas em casa, maior o entendimento da importância que as frutas e verduras têm na alimentação.


Refeições em família

Sempre que puder, esteja com seus filhos durante as refeições. Comer em família contribui para manutenção do peso adequado das crianças, bem como fazê-lo de forma tranquila e em locais adequados, como a cozinha e a sala de jantar.

Refeição Equilibrada

A dica para consumir a quantidade diária ideal de cada grupo alimentar é considerar a mão como referência. A porção de carboidratos (pães, cereais ou frutas) deve ter aproximadamente o tamanho do punho fechado. Já as proteínas animais (carnes, leites e derivados) precisam ter o tamanho da palma da mão estendida.



Dicas de Nescau Cereal!!

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Nostalgia




Quando encontrei essa foto na casa da minha mãe, me bateu nostalgia total! Sou a do meio que completava 9 anos, a outra menina é Paola, minha grande amiga até hoje, apesar de estarmos em cidades diferentes sempre nos falamos.

Mas eu olhei a fundo e deu uma vontade de estar lá, naquele exato dia em que eu completava meus 9 anos. Queria explorar a casa e ver como era nossa vida naquela época. Relembrar as brincadeiras, a época em que tudo era só alegria pra mim. Não estou dizendo que não sou feliz hoje, claro que sou, e muito! Mas nessas horas nostálgicas eu gostaria de voltar no tempo, nem que fosse como naquele filme que o homem volta no tempo e vai assistindo sua vida. E eu queria muito voltar no tempo de quando era criança, quando minha mãe resolvia tudo pra mim, quando não havia responsabilidades...

Engraçado sentir isso, e quando comentei com minha mãe ela disse que é muito louco, mas ela consegue voltar no tempo que a gente era criança e ver nossos rostinhos, e cada detalhe do que se passou. Será que vou ser assim tb com meus filhos? Espero que sim.

No dia que minha filha nasceu, não sei pq me passou no momento em que todos estavam no quarto nos visitando, que um dia eu estaria ali como mãe da minha filha, vendo meu neto (a) nascer, pq a vida é muito breve e passa depressa demais. E sei que no dia que isso acontecer vou me lembrar do meu momento de ser mãe pela primeira vez e que vou pensar mesmo como o tempo voou. É tudo muito louco não é?

Acredito que eu não seja a única louca nostálgica deste mundo. rs e se vc tiver tb muitos momentos assim, divide comigo?


*Ainda vou achar a foto da minha festa com meu vestidinho verde tão querido....ah vou

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sapato voador




O que seria pra vc um enorme sapato voador?

Pra mim isso era um avião. oê
Quando eu era criança, claro.

Eu olhava pro céu e toda vez que um avião passava, eu ficava pensando o quanto seria legal voar naquele grande sapato, em que todas as pessoas iam dentro, e ficavam tomando um ventinho na cara. Minterna.

Não me lembro com que idade descobri que os aviões eram monte de lataria, e todo fechado, sem tchauzinho para baixo, sem ventinho no rosto.

Hoje fico pensando, as crianças de hoje não tem mais essas ilusões bobas não é? Já sabem o que é o quê e pra quê serve o quê..... maldita internet!! Ou seria bendita??


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Arrombadores de caminhão



Essa semana vi um caminhão que lembrei na hora da minha infância, e era o mesmo caminhão da infância inclusive.

Nós lá no condomínio éramos crianças espuletas que tentavam roubar doce do caminhão. (mãe não leia).
Tinha um caminhão que ficava parado em uma rua todas as noite, era azul marinho e tinha escrito: Doces Neusa.

Então pensa, na pivetada subindo pela escadinha e tentado arrombar (bando de trombadinhas) pra abrir e se deliciar com aqueles doces, que nós imaginávamos que teriam dentro?

Claro que nunca conseguimos abrir, já que a alavanca que ficava em cima a gente só tentava girar e é óbvio que sempre estava trancada. E quando passava um segurança do conds? O que estava lá em cima do caminhão se escondia e os outros de baixo ficavam com cara de paisagem.

Hoje fico pensando, cara, minha mãe me deu uma educação mega master, e eu ainda tentei arrombar um caminhão? Imagina se ela não tivesse dado? Vixe maia!!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Papai....dói !!

Como podem existir pessoas tão más, que agridem um ser que não tem noção de nada? Já é terrível ver que alguém pode agredir o outro, sendo adulto, mas quando se trata de uma criança inocente, me corta a alma. Talvez seja pq tenho 2 filhos, e sou humana. Uma imagem como essa é de cortar o coração.
Eu peço a todos os leitores que, se um você tem um vizinho (a) que agrida seus filhos dessa forma, não tenham medo de denunciar. A criança agradece sua ajuda, ou você pensa que ela gosta de ser espancada?
Abaixo você vai ler um poema, muito tocante, e se você não se sensibilizar com isso é pq falta Deus em sua vida. Ajude, denuncie, repasse essa mensagem, você estará salvando vidas.

O poema foi recebido por email, é eu sei que a aparência da postagem tá um lixo....mas arrume aí e poste em seu blog tb...



                                                       Esta é uma história verdadeira e
                   Meu nome é Chris,                    Estou com três anos,                    Meus olhos estão inchados ..                    Eu não posso ver.

Eu devo ser estúpida, Eu devo ser má, O que eu poderia ter feito para  Meu pai ficar tão bravo?
Eu gostaria de ser melhor,
Eu desejo  não estar tão feia, Então, talvez a minha mãe, Será que ainda querem me abraçar.
Eu não posso fazer algo errado,
Eu não posso falar nada, Ou então eu fico presa, Durante todo o dia.
Quando estou acordada,
Eu estou sozinha, A casa está escura, Meus pais não estão em casa.
Quando minha mãe vier para casa, Vou tentar ser agradável, Então, talvez eu  consiga, Uma noite só com chicotadas.


                   Acabei de ouvir um carro,                    Meu pai está de volta                    Do Charlie's bar

Eu  já ouvi êle amaldiçoando Meu nome é chamado, Eu me aperto, Contra a parede.
Eu tento me esconder,
De seus olhos  Tenho tanto medo agora, Eu estou começando a chorar.


Ele encontra-me a chorar, Chama-me por um monte de  palavras feias, Ele diz que tudo é culpa minha, Ele sofre muito no trabalho.


Ele bate e bate
E grita comigo ainda mais,
Eu finalmente  me vejo livre, E corro para a porta.


Ele já fez o bloqueio, E eu começo a gritar, Ele me leva e me joga, Contra a parede.


                  Eu caio no chão,                  Com os meus ossos quase partidos,                  E meu pai continua,                  Com mais palavrões.


"Sinto muito!", Eu grito,
Mas agora é tarde demais,
Seu rosto fica retorcido,
Em uma forma inimaginável. 
E mágôa e chuta,
Novamente e novamente
Por favor, Ó Deus, tem misericórdia!
O por favor, faça isso acabar!

E finalmente ele pára,
E se dirige para a porta,
Enquanto eu estava ali, imóvel,
Esparramada no chão.
Meu nome é Chris,
Estou com três anos,
Esta noite meu pai,
Me matou.
E você pode ajudar,
Enjoa-me a alma,
Se você ler isso,
E não transmitir.

Eu rezo para o seu perdão,
Você teria que ser,
Uma pessoa sem coração,
Não ser afetado,
Por este poema.

                   E porque você é afetado,
                   Faça algo sobre isso!
 
                  Se você é contra pederastia, pedofilia e
                  violencia infantil, faça essa mensagem circular
  
 
 

 Pelo menos cinco crianças a cada dia ao redor do mundo morrem por algum tipo de abuso !! 




sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Brigadeirão


Antes da receita uma histórinha do brigadeirao....
Eu devia ter uns 13 anos, e morávamos no condomínio onde vc que sempre lê já sabe né, e vc que não lê se informe, pq é feio pegar o bonde andando. (oi?)
Sempre dura que fui (isso não mudou muito), minhas amigas e eu resolvemos vender doces pra conseguir dinheiro e ir para as matinês da época. Então passamos de casa em casa, com a cara de pau que tinhamos pergutando se alguém queria comprar os melhores doces do mundo. O preço era caro, afinal  precisávamos de dinheiro para 3 entrar na matinê, na época devia ser em torno de 30 reais.
Então, apenas uma das moradoras encomendou (coitada) um brigadeirão. Fizemos ela pagar antes claro, e acho que ela ficou com dó da gente, sei lá né.

Fomos preparar o brigadeirão na casa de uma das meninas, e foi aquela zona, pq quem era que sabia fazer brigadeirão?? Tínhamos apenas a receita, e na mente um mantra: Queremos ir pra matinê, queremos ir pra matinê.....

Final conseguimos fazer  o doce, que ficou extremamente pequeno, e fomos entregar pra Sapa. Pausa: Sapa era o apelido da dona que comprou o brigadeirão, ela tinha cara de sapa, é o que todos diziam, e os que meus olhos viam. Despausa.

-Desse tamanho??
-Errrrr. sim, mas tá delicioso (ah tá como a gente sabia?)
-Muito caro!!
-Mas agora vc vai ter que querer né.....pq a gente já teve todo o trabalho e.... (vendedoras de primeira)
-Sumam daqui!!

Depois disso, fomo pra matinê, mas nunca mais tentamos vender nada...pra ninguém! Sério.

RECEITA DO BRIGADEIRÃO
Ingredientes:
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
1 colher de sopa de margarina
1 xicara de chocolate em pó
4 colheres de sopa de açúcar
3 ovos
granulado
cerejas (opcional)
Modo de Preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador por 5
minutos.
Unte uma forma de furo no meio com margarina, e coloque
o brigadeirão, leve ao forno em banho maria, tampe com papel aluminio, e deixe por
cerca de 1 hora e meia em fogo médio.
Desenforme frio, cubra com granulado, e cerejas
opcional.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Ser criança é bom demais!!


Daí a gente tava em casa e toca o telefone:

-Oi, posso falar com a Stephanie?

-Quem é?

-É a Ana, amiga dela da escola.

-Ah tá!!

Passo o telefone pra piá que diz:

-Oi? Ah tá!! Eu quero sim!! (e dá risada)

Então eu pergunto:

-O que ela queria?
-Nada mamãe.
-Eu quero saber o que sua amiga queria.... (mãe pouco chata essa...)
-Ela queria voltar a ser minha amiga.

-Ahhh, vcs brigaram??
-Sim!!

Entendi....

Então me lembro que quando eu era uma pirralha chata e magrela (ô sonho de voltar a ser magra) eu brigava com minha melhor amiga, e ia embora. Daí ela dizia pra mãe dela:

-A Adriana brigou comigo!! Mas eu não quero nem saber, eu vou lá chamar ela!!! (corajousaaaa)

E lá vinha ela na porta de casa, me chamava e eu ficava fazendo doce (criancinha pirracenta).

Mas depois de fazer uma graça, eu saia , a gente dava o dedinho pra fazer as pazes e voltava a brincar.

Época boa essa....

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Cantoras e dançarinas




Esses dias rolou uma brincadeira dos desocupados do twitter que era pra tuitar algo muito antigo.
Entrei na dança e me lembrei do Gaucho da Fronteira, quem conhece?

Passei boa parte da minha infância (pq ainda sou adolescente e tenho 16, sô xóvem mãe), ouvindo o LP dele com a música principal que era Forronerão.

E dizia:

Forroneirão, forreneirão, é a mistura de forró de vaneiro e de baião.

E eu cantava:

...é a mistura de forró de banero (oi?quase um banheiro) e de baião

Aliás, eu e minha mana do meio (a loira) éramos as cantoras e dançarinas da família. Qdo a Carla (que naquela época era Andrea, oi?) cantava uma música que ficava só fazendo uúúúúúú-úúúúúúú é tipo uma ópera já ouviu? Não? Então nem queira...parecia mais uma gralha, e olha que hj mesmo fumando igual uma louca ela ainda consegue.
Fico pensando pq mamã nunca tentou fazer a gente formar uma dupla sertaneja, poderia ser Drirola e Carola? Se os fãs preferrisem poderiamos colocar um erre, ficaria legal?

Mas o meu forte era pegar a vassoura e ficar na garagem cantando pra todo mundo ouvir e apreciar (onde?) minha voz de sereia. Lembro do meu vizinho, o Dito, que olhava toda vez pq o muro era baixinho, e falava: essa vai ser cantora.

Então desde criancinha eu já era um "fenonêmo" da música brasileira, pensa se eu abrir minha boquinha pra cantar hoje? Rá!

(lembrando que a mana mais velha Jack, depois que a gente cantava ela se esgoelava de chorar ouvindo: Tchê me perdoa guri. Me interna.)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Segunda "feirra" eu começo!!




Toda segunda "feirra" é dia de começar a dieta.

Na casa di mamã, sempre falamos assim: Dieta? Ah vou começar na segunda "feirra"...

Pq?

Pq qdo eu era criança lá em barbacena (mentira, em SP mesmo), e nós morávamos no condô, tinha uma menina que tinha vindo da argentina, ela era bem gordinha (sem menção a nomes, pq vai que ela lê o blog e mixinga, mimata, mienfora?drama) e a gente perguntava:

-Fulana, que dia vc vai começar o regime?

e ela:

-Segunda "feirra" (imite sotaque argentino)

Só que essa segunda feirra nunca chegava.
Daí que ela adorava encontrar as portas das casa aberta e entrava pra pegar o que visse pela frente, o preferido era maça. Sumiu uma maçã da sua fruteira? A segunda "feirra" deve ter passado por lá.

Hoje sei que ela está magérrima (inveja), linda e maravilhosa, mesmo depois que teve filho.

Daí que isso mirevolta, pq eu tô ingual ela (qdo era pequena) segunda "feirra" eu começo a dieta, a acadimia, a fazer janta, a lavar roupa , a tomar banho (oi?), a......

Mas só na próxima segunda "feirra" tá?? Hoje não.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Medo.com






Aviso importante:
Tem medo de assombração?
Então olhe para o alto da página ao lado direito (não, não vai aparecer uma assombração ali...)aperte o X , e não leia.


Quando eu era criança/adolescente (lembre que ainda tenho 20 anos,oi?) e morava no condô, a molecada era cheia das história de horror.
Eu mesma morava do lado de uma casa que foi construída em cima de um cemitério indígena (oi?).
Daí, uma vez o vizinho se cortou (deve ter sido com a gilete, detalhe não mórreu, que eu milembre) e todo mundo então falava que era a maldição da casa abandonada. Pq? Pq a casa ficou lá, jogada às traças por muitos and muitos anos....
Toda noite a cambada (eu e mais mil) ficavamos na frente da casa, e o negócio era ficar olhando pra janela escura, que ia aparecer a loira do banheiro (oi, loira do banheiro não é na escola?). Tá, a loira do banheiro é mentira...era que ia aparecer um fantasma, fantomas, poutersgaidi, ou algo do tipo.
Eu sempre queria ver. Mas nunca via nada. Aliás, eu nunca vi nada de sobrenatural, óh vida.

Mas tinha gente que jurava ter visto um bicho feio.
Hj eu fico me perguntando, será que viam meixxmo?

Ai dont nou.

Mas de uma coisa eu sei...na casa da minha amiga, o sabonete voava, a cama tremia (exorcista, medo), a gente sempre ouvia psssiuuuu (duzalém), apareceu uma mão de lobisomem no corredor (oi?), minha irmã via bolinhas na parede (oi?), o cobertor uma vez sacudiu...

A única vez que senti uma coisa em mim, foi uma mão (loiras é uma mão, não um papaya ) qdo eu era solteira e dormia nua, (óóh) mas era de calcinha afolozada (oi?), e derrepente, não mais que derrepente, senti uma mão na minha cintura (eu dormia de lado, num calor ducão), me virei (pensando ser minha sobrinha que era bebê na época) segurei a mão, mas a mão puxou e ainda coloquei a mão (óóóh qta mão?)  no chão segurando a mão que fugiu pra debaixo da cama. Dúalém!!

Levantei, me vesti, peguei um cobertor e fiquei até amanhecer miassando lá debaixo....

Búúúúú


Pensando bem eu devia ter corrido pro quarto di mamã, como fiz uma vez que tava grávida...
Um dia eu conto, enquanto isso, vai contando a sua aí....

Não mimate, senão eu venho puxar teu pé. Buuuu



quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Lembranças dela

Todo mundo na vida deve ter tido um amigo (a) que jamé esquecerá, tipo irmão né?
Ontem eu tava preparando o jantar (óóóh 1ª e última vez da semana) e fiquei pensando nela...

Daí depois de pensar, peguei o fone e liguei.. mas de 9 minutos no cel. (marido pode mimatar), mas muito bem gastos pra saber como ela estava, já que agora ela mora em Mococa´s City.

A primeira vez que a vi?
Eu tinha 2 anos, ela tb, eu dentro do carro, ela no colo da mãe, acenamos uma pra outra. E a partir daquele exato momento não era somente uma amizade passageira, e sim daquelas que qdo a gente tiver 150 anos
(tá, menos) ainda vai se falar....

Ela esteve sempre comigo, nos bons e maus momentos, nas doideiras (e como nóis era triste bagaray), tantas vezes usamos RG falso pra entrar em baladas noturnas (juizado de menores não miprenda), vendemos coisas que nem sabíamos fazer, tivemos nossa primeira ida á escola, primeiros amores, primeiros medos, tudo sempre compartilhando.

A família dela?
Ajudou demais minha família, agradeço a Deus pela vida deles que sempre estenderam as mãos aos meus pais qdo precisaram, sempre me levavam junto pra praia....
Até na hora de apanhar nós apanhávamos juntas, pq eu era solidária, lembra que eu contei isso aqui?(clique)

Daí ontem falando com ela pelo tel. contei que havia tomado a decisão, me batizado, e ela tb fez o mesmo, eu fiz dia 26/08 e ela dia 30/08, fique pôdi de feliz.

A primeira gravidez dela aos 15 anos, eu estive ao lado dela, sempre apoiando, até o "priquito" dela limpei pq ela estava com nojo depois que teve bebe. (que nodio, o que a gente não faz pela amizade)

Pensativa:

Garay precisava contar essa parte do priquito?

Despensativa

Eu sei que ela não vai ler isso pq ela é a lerda das lerdas (tipo top das top lerda sabe?), tanto que ontem qdo liguei a mãe dela me falou que ela contou pra mãe que tinha visto no meu orkut que eu tinha ganhado um concurso de culinária (oi?). Ganhei concurso de blog doida. (qdo eu falo que ela é lerdeza pura...)

E tem muita história pra contar, mas antes eu quero deixar essa fota "medonha" que achei em meus arquivos, da gente dançando bruxa xuxa, lua de cristal (primeiro filme que nós duas assistimos no cinema), liga no meu vestido coisa mais fowfa da mãe...


ah adivinha qual sou eu (oi?)... ô época boa que não existia chapinha...


terça-feira, 29 de setembro de 2009

Meu pequeno Puc






Quando eu era pequena lá em barbacena (mentira, em SP mesmo), tive alguns cachorrinhos.
Primeiro era uma raça Lassie (raça lassie existe? ah era igual do filme...), era um macho e foi roubado no condô, um dia mamã abriu a porta, ele correu, e lá na esquina um carro parou e enfiou ele pra dentro, o nome dele era Iraque se não me engano.

Depois que me lembre veio o Puc, filho da File (cadela da minha melhor amiga), que sempre fugia, ficava dias desaparecida, depois voltava toda torta, desnutrida e mancando. A raça, vira-lata.
Então Puc, desde "criança" caiu do meu colo e bateu a cabeça, ficando lesado forever. Uma vez qdo mamã viajou pro Sul, e ficamos só nós em casa (eu e manas), acordei com um bafo de feijão podre (oi?) lambendo minha cara, era Puc, que logo após mijou em cima dos lencóis.

A "criança" cresceu e foi pro quintal. Lesado desde sempre, qdo chovia o bicho doido pulava a janela dos quartos (que tinham grades) e entrava pra dentro de casa, fazendo assim a zona e deixando mamã magultra doida, querendo matar o bichano. Pensa num cachorro anão que pulava a altura de um muro de quase 2 metros. Este era Puc. (que um dia pegou sua própria mãe, safado)
Mas um dia, mamã não aguentava mais as peripécias do pulguentinho mais amado do Brasil e resolveu doá-lo pra um amigo de papai. Tal amigo que veio buscá-lo, e nós? Nós choramos, sisperneamos, e ele tb chorou....

Anos após o ocorrido, fomos na casa do amigo de pópi e vimos o Puc, pensa num cachorro que já tava ficando lesado (mais?) e reconheceu a gente? Não há duvidas que os bichos não esquecem do cheiro do primeiro dono.....

Puc jamé esquecerei de ti, meu mesclado branco e preto.
Será que ele ainda vive?




tb teve o totó, quase um cão de circo...um dia conto.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Cabeleireiras profissionais


Um dia qdo a gente não era tããão criança assim (13 anos, mas não esqueça que eu tenho só 18 agora) pegamos uma amiga e decidimos cortar o cabelo da coitada.
Primeiro ela se esperniou, disse que era melhor não, mas com uma boa lábia (ou corta ou não é mais nossa amiga) a convencemos.
Lembrete: o cabelo dela era quase na cintura (ô mardade)

Decidimos que um chanel ficaria leando nela, e claro com toda nossa experiência fashionista de cabeleireiras profissionais, picamos a tesoura no ombro e depois acertaríamos o restante.
Lembrete: não fui eu a picar a tesoura, portanto não levo a culpa.

Começamos a ver que o negócio não tava ficando muito bom, e decidimos subir um pouco mais. Aí percebemos que a cagada tava feita e tiramos o nosso da reta.

-Ai meu, acho melhor vc ligar pra sua mãe e pedir pra ela te levar no cabeleireiro. (medo)

A menina começou a chorar, ligou pra mãe (pq ela era amiga de outra amiga nossa e vivia no condomínio onde morávamos), a mãe veio correndo, (claro que nessa hora eu já tinha sumido do território micagando) deu uma bronca na amiga que não tinha pra onde fugir, e a levou pra profissa, que não encontrando outra forma de conserto deixou o cabelo dela maria joão.


Lembrete: enrolou a cabeça num pano no melhor estilo "lata d'água na cabeça, lá vai maria" pra que os gatinhos do conds. não a vissem naquele estado.

Lembrete: Mas ela até que ficou bem de joaozinho rapaiz!!



Fim.

Ainda bem que ela nos perdoou e ficou nossa amiga até hoje.
(se fosse comigo naquela época teria feito o massacre da tesoura elétrica)


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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Atropelando vovó


Queridos leitores, inicia-se agora a série "Histórinhas da Infância".
E para iniciar duas histórinhas de uma criancinha feia, porém feliz.




"Eu adorava andar de bike pelas ruas do condô que morávamos.
Cresci lá, depois de ser trazida pra Sum Paulo, sem registro, sem lenço, sem documento.

As brincadeiras eram tão boas, tinham muitas contruções na época, a gente brincava de labirinto no meio da fundação das casas barrentas (mamãe amava), na chuva brincávamos de pega-pega, fazíamos porta jóias de barro lamacento (mamãe amava 2), a gente vendia mato (oi?), era tudo muito bom."

Ass.

Dri Viaro
criancinha feia

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Histórinha número 1

Numa dessas venho-me eu andando de bicicleta, descendo a rua num pau que só e a vovó me entra na frente.

Oumay, não dá tempo de parar!! Matei a véia!!

Ela ficou estirada no chão, mortinha da silva. (mentira, não lembro o que aconteceu depois, tenho memória fraca)
Só lembro que ela teve que ir pro pronto socorro e engessar o braço ou a perna, ou sei lá o que. (tô falando que minha memória é de elefante). Pior foi ficar passando na rua e a vovó e seus familiares ficarem me olhando de cara feia. Nãopassavanempertodoportão.

Histórinha número 2

Nós estávamos brincando de esconde esconde, e tinha um esgoto, no estilo escadinha que descia pra um barranco, entendeu? (não, eu tb não entenderia). Mas só vcs vendo pra saber do que se trata. E lá me vou eu igual a uma gazela (lembram que eu era feia baragay? melhorei?)descer o esgoto pra me esconder, escorrego nos musgos que já tão formados e tomo um banho de esgoto, legal né?

Pensativa:

Será que eu tinha (tinha?) "pobrema" na cabeça pra me esconder lá embaixo no esgoto?

Despensativa


Não era fácil ser eu.


a série histórinhas da infância pode voltar a qualquer momento

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