Mostrando postagens com marcador educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador educação. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Como falar sobre dinheiro com as crianças?



Aproveitando que estamos na semana das crianças, que compartilhar esse texto sobre 10 dicas de educação financeira infântil  de Patrícia Campos, Superintendente de Educação Corporativa da Mongeral Aegon.




10 dicas de educação financeira infantil:

 1 – 1, 2, 3... Se a criança já sabe contar, é hora de começar a falar de educação financeira.

 O melhor momento para introduzir o tema é no momento que elas começam a contar. Mostre algumas moedas e ensine o valor de cada uma. Faça pilhas, agrupando e somando o dinheiro.

 2 – Sai do computador e vai estudar menino! Dar mesada não é uma forma de cobrar por boas notas.

A partir dos sete anos, a criança já entende o que é uma mesada e pode começar a gerenciar quantias de dinheiro. Mas não é recomendável associar a mesada ao estudo. Ela não deve ser um prêmio por boas notas, estudar é responsabilidade da criança e ela deve entender isto.

 3 – O jogo dos quatro porquinhos. Ensine seu filho a poupar e como gastar melhor o dinheiro que tem.  
 Você deve ensinar seu filho o que é reserva financeira para que ele alcance objetivos de curto, médio e longo prazo. Como?  Adesive quatro porquinhos de cerâmica com as palavras: investimento, doação, poupança e gastos. Gastos são objetivos de curto prazo. O que ele quer no momento, como, por exemplo, um lanche na escola. Poupança é objetivo de médio prazo. Algo que ele quer realizar em seis meses, como a compra de um brinquedo. Já a tarja ‘investimentos’ está relacionada ao longo prazo. Uma reserva financeira para a vida dele, como poupar para um carro ou até para a sua aposentadoria. O último porquinho é o da doação. É importante que ele reflita sobre dar algo em troca sobre o que recebe.

 4 – Você em primeiro lugar! Explique que assim que ganhar o dinheiro a criança deve separá-lo de acordo com os objetivos traçados por ela.

 Uma das melhores dicas de educação financeira tanto para adultos como para crianças é que se pague primeiro. Isso quer dizer: separe do seu orçamento a parcela destinada ao que você deseja guardar.  A reserva financeira deve ser encarada como uma despesa fixa, não como o que sobra do orçamento. Ensine para o seu filho também para que ele possa atingir seus objetivos mais rápido.

 5 – O valor da conquista. Lembre seu filho que algumas vezes ele vai ter que esperar e juntar dinheiro para comprar o que deseja.

 Nem sempre o dinheiro que ganhamos no mês é suficiente para realizar a compra de algo que desejamos. As crianças devem entender também que juntar dinheiro é uma forma de conseguir o que ela quer, mas para isto é necessário mais tempo.  

6 – Tudo que passa na TV ele pede. Esclareça a diferença entre precisar e querer.

 Existem alguns produtos que são necessidades básicas como os de alimentação, limpeza e vestuário básico. Estas coisas são o que ele precisa. Já a propaganda infantil desperta na criança o desejo de ter e não a necessidade. Esclareça para ele esta diferença.

 7 – Não é dinheiro de plástico infinito. Quando usar o cartão de crédito, explique para a criança como ele funciona.

 Explique o conceito de crédito e alerte sobre os perigos do cartão de crédito. Não é só passar e não pagar depois. Existem os juros. Você precisa se programar para que o pagamento do cartão ocupe uma fatia do seu orçamento, não ele todo.  

8 – Dinheiro não cresce em árvore.  Fale como é o seu trabalho e por que você é pago por ele.

 O salário é composto por vários fatores, mas os dois principais são tempo e esforço. Ele significa o valor atribuído ao seu trabalho (esforço) e conhecimento multiplicado pelo tempo trabalhado. Para explicar ao seu filho o que é salário, diga quais são suas atividades diárias e o valor da sua hora trabalhada. Assim ele vai entender que é uma troca e que o dinheiro vem deste resultado.

 9 – A escolha é sua. Inclua a criança em pequenas decisões financeiras no supermercado, como qual fruta comprar.

 Educação financeira é baseada em escolhas. Muitas vezes para conseguirmos a quantia que desejamos temos que abrir mão de alguma coisa. Ele pode aprender isso em um supermercado. Separe um valor e diga que ele tem que escolher um produto com a quantia que tem na mão.

10 – Alcance seus sonhos. Ensine que o dinheiro é só uma ferramenta para chegar aonde se quer.
 É sempre bom lembrar que dinheiro não é tudo. É uma ferramenta que pode proporcionar um bem ou uma experiência. Mas existem valores mais importantes como viver momentos em família, educação, ética e cidadania. 

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Feliz dia das crianças!



Hoje é dia das crianças, e todos nós já fomos crianças um dia né?

Eu me lembro muito bem de como as coisas funcionavam na minha vida infantil: muita brincadeira, muita bagunça, era comum estar na rua , se sujar (e minha mãe nem ficava brava como eu fico com as crias aqui de casa), rolar no barro quando chovia, tomar banho de chuva, brincar de pega pega, esconde esconde, volêi, boneca, brincas nas construções de labirinto..... e as vezes até fazer cabana de tijolo (das construções do condomínio onde morávamos) e dormir a noite lá, uma bagunça total!


Hoje as crianças tem ipad, iphone, ipod, ipude.... só não tem direito as brincadeiras como tinham no meu tempo! Mas as coisas mudam, e o que temos pra hoje é ver nossos filhos dentro do mundo da internet, da televisão, dos games.... Isso é bom? É e não é.

A verdadeira infância está um pouco perdida, mas o que podemos tentar fazer é em casa mostrar outros valores para nossos filhos. Hoje tenho uma adolescente e uma criança que estão dentro desse mundo moderno de computadores e telefones...amanhã os filhos dele estarão em que mundo né?

Vamos tentar melhorar isso em nossas casas então?


Que sua criança tenha um feliz dia, e que você como pai ou mãe que já foi criança consiga passar um pouco de tudo que já brincou na sua infância ;)


Bora ser criança de novo!

terça-feira, 2 de abril de 2013

Castigo de uma semana



Cada pessoa tem um gênio que vai adquirindo conforme vai crescendo. Uns são mais fortes, outros mais fracos, uns relevantes e outros nem tanto.

O dos meus filhos posso dizer ser forte, bem forte. Cada um deles com sua personalidade, e confesso que não está sendo muito fácil agora que estou em casa. Quando um pára, o outro começa, quando um quer, o outro não quer, e os pais ficam no impasse, ali no meio sem saber o que fazer. Nessa hora é que entra em ação o castigo.

E este castigo foi bem dado, pq veja bem, seu filho fazer um escândalo no shopping pq vc não comprou algo que ele queria. Ele sai andando pelo shopping, começa a te irritar andando atrás de vc, ficando para trás, ou seja querendo se perder de vc. Então vc fala que vai dá-lo para a primeira mulher que passar por ali, pra ver se ele prefere ter outra mãe que não seja vc. Ele se assusta pq vc chegou perto de uma mulher e corre pro seu lado. Depois que ele viu  q vc estava blefando começa a fazer tudo de novo. Você se irrita e então deixa que ele fique para trás pra quando chegar em casa dar aquela surra nele. Só que não!

Preferivelmente vc diz a ele que vai ficar uma semana de castigo, sem poder descer para brincar com os amiguinhos, e que se não se comportar vai ficar mais de uma semana. Então seu filho fica um doce, e vc se sente vitoriosa.

Aliás se sente vitoriosa até agora, pq caso ele comece novamente com seu "gênio forte" vai ficar de castigo novamente. Portanto extraio dessa experiência que os 5, 6, 7 minutos que equivalem a idade da criança de castigo não compensam, é preferível uma semana.... Após o tempo de castigo, vc conversa com seu filho para que ele entenda pq ficou de castigo e ficará novamente se houver falta de respeito.

Se estou certa ou não, não sei, mas vem funcionando direitinho.                                                                                                                                                        

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Basta de gritaria!



Aqui em casa a gente tava gritando muito. E não posso dizer que eram só as crianças, eu também e meu marido idem. Só que chega uma hora que ninguém mais ouve ninguém e acaba todo mundo brigando, e não chegando a lugar algum já que ninguém consegue escutar ninguém.

Pensando nisso, eu mãe, esposa, dona de casa, e ex-trabalhadora, tive uma conversa séria com minhas crias. Primeiro chamei-os e sei lá o que eles pensaram, pq qdo eu disse que teria uma conversa séria com eles, Alezinho não conseguia parar de rir e Teté ficou mais branca que uma folha de papel.

Pois então conversei com eles bem calma, e disse que não estava certo a gente só gritar, e falar gritando, e etc... e não só eles, eu tb e meu marido tb. Apesar que o Alê é o que menos grita, mas em compensação tem voz de trovão.rs

Expliquei para eles que a partir de então quem gritasse seria privado de fazer algo que gostasse, como por ex. jogar no tablet, assistir ao programa preferido, entre outras coisas. Eles disseram que iriam fazer, e que iriam se comportar, da mesma forma que eu disse que não gritaria mais. (exceto em casos extremos.hehe)

No primeiro dia, Alezinho já chegou da escola perdendo o privilégio de jogar no tablet, e Teté de "dominar a tv da sala" naquele dia. Ela não chorou, e tb não gritou mais pelo resto do dia, falou normalmente, não fez manha, etc.... acho que até por ela ser maior entendeu melhor.

Agora Alezinho além de chorar profundamente, tb perdeu o privilégio de assistir futebol na tv (coisa que ele ama). Na hora de deitar disse para eles que queria ter uma nova conversa sobre o dia, e Alezinho já abriu o berreiro, mas sabe qdo a criança está sentida? Aquilo apertou meu coração, pq eu nunca havia cumprido com a palavra e não voltado atrás, confesso! Então conversei com ele com muito carinho, e expliquei que no próximo dia seria a mesma coisa se ele não se comportasse. Coração de mãe dói demais não é? Dormi bem chateada, mas no outro dia logo pela manhã os dois já acordaram bem dispostos a cumprir com a nova regra. E no segundo dia foi uma beleza total, como está sendo agora! Acrescentei para eles usar o computador por dia 30min. cada um, eles cumprem certinho, não fazem mais manha e nem estão gritando.

Acho que agi de maneira correta e eles estão entrando na linha e aprendendo a respeitar mais tudo o que é dito por aqui. Não vou dizer que eles são crianças que dão trabalho, seria mentira minha. Mas desde que parei de trabalhar acho que eles sairam um pouco da linha. Demorei 3 meses pra me tocar e começar a agilizar o que estava errado aqui em casa, e espero que continue assim, pois estou bem satisfeita com os resultados.

domingo, 18 de setembro de 2011

Só notas boas!



A Teté está indo de vento em popa no colégio. Ela até agora não teve nenhuma dificuldade em acompanhar, ou entender o que se passa na sala de aula.

Puxou papai. Pq mamãe é uma negação pra essas coisas. Claro que estudei, mas cara, não lembro nem de metade do que aprendi. Sério.
Português até que vai, meu interesse sempre foi grande nessa matéria, mas matemática sou um horror.

Mas voltando a minha tchuca, ela se esforça bastante. Graças a Deus o interesse parte dela, sempre! Não preciso ficar insistindo pra que ela vá estudar, ou faça a lição de casa, ela sabe das responsabilidades. E olha, quando digo que ela puxou o pai, é verdade, pois ela estuda pouco e sempre tira notas altas. Isso se deve a prestar atenção na aula? Acredito que sim.

Agora, como um filho nunca é igual ao outro, o Alezinho tem que fazer lição "mandado", e as vezes é um sufoco, pq o moleque abre o berreiro. Ele ainda é pequeno, e sempre pego no pé, mas ainda tem algum tempinho pra que ele goste de estudar né? Enquanto isso vou forçando.

Mas posso dizer que estou muito satisfeita com o desempenho deles no colégio!

sábado, 9 de outubro de 2010

Pede pro seu pai!!





Quantas vezes vc já ouviu ou disse essas palavras?

Um grande erro que nós mães e pais cometemos é jogar a responsabilidade do que podemos decidir para cima do parceiro. Ou seja, seu filho pede:

-Mãe, posso ir brincar no parquinho?

E vc responde:

-Veja com seu pai!!

E ainda muitas vezes tb dizemos: Se ele deixar eu deixo!!

Como assim??

Eu mesma já fiz isso diversas vezes, e tenho tentado me vigiar para não cometer este erro novamente, da mesmo forma que já alertei meu marido para que tb não cometa o mesmo erro.

Mas pq é um erro?

Veja bem, vc pode decidir e está jogando a responsabilidade para cima do parceiro, ou vice e versa. Vc pode decidir, e está mostrando que dentro de casa, a única pessoa que tem voz ativa é seu parceiro, portanto as crianças passam a enxergar que devem respeitar somente um lado, o pai, ou a mãe dependendo do caso. Impor respeito das duas partes para que os filhos cresçam mais saudáveis e que tb respeitem o mundo lá fora ainda é a melhor forma de crias os pequenos.  Estou falando sobre o assunto, pois em uma consulta com minha terapeuta, fui alertada sobre este fator importante. A criança pode se perguntar: A quem devo obedecer? Ou até fazer chantagem, se o pai diz que sim, mas depois responde: pergunta pra sua mãe tb!!
Como é que fica a situação da criança se o pai dizer que sim e a mãe dizer que não? Ou vice e versa? A criança vai ver a parte que disse NÃO como a parte "bruxa", "chata"...etc da história.

Portanto devemos criar os filhos com SIM, SIM  e NÃO, NÃO.

Aprenda a compartilhar e respeitar tb qdo o seu parceiro (a) disser que não ao filho, e combine com ele (a) quem tomará as decisões sobre o que as crianças podem ou não fazer. Tb é válido dizer, se no caso for algo mais importante, como uma viagem, ou dormir na casa de um amigo (a): Eu e seu pai conversaremos e lhe daremos a resposta depois.

Assim seus filhos não ficarão confusos e aprenderão a respeitas ambas as partes.

Related Posts with Thumbnails

Blog Dri Viaro - Família, viagens, gastronomia e cotidiano © 2008. Template by Dicas Blogger.

TOPO